quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Visualizadores Remotos e a presença de uma raça antiga marciana em Cydonia



Visualizadores Remotos são pessoas que tem um determinado dom paranormal de visualizar lugares e pessoas a quilômetros de distancia, utilizando capacidades desconhecidas do cérebro e da energia vital dos centros de energia, principalmente através do chackra frontal (ver mais sobre chackras aqui). Seres mais desenvolvidos conseguem até mesmo visualizar imagens de épocas passadas, como veremos a seguir.

A agencia de inteligencia americana, a KGB, os centros de pesquisas sobre paranormalidade nazista (ver aqui), dentre várias outras agencias mundiais estudam a décadas esse fenômeno muito pouco divulgado através das massas.
Um documento anteriormente secreto que foi liberado pela CIA (Agência Central de Inteligência dos EUA) e revela que em 1984 aquela agência empregou um psíquico ‘visualizador remoto’ para visualizar a região de Marte como ela era há um milhão de anos. O visualizador descreveu pirâmides, tecnologias futurísticas e uma civilização muito alta, de aparência humana, enfrentando uma iminente catástrofe ambiental.
O que faz com que o documento da CIA seja extraordinário é que as coordenadas fornecidas ao desconhecido visualizador remoto eram da região de Cydonia, como mostradas numa série de imagens de Marte obtidas pela sonda Vikings em 1976.  A Cydonia se tornou famosa após uma sucessão de pesquisadores alegarem que aquela região continha uma face, ruínas de uma cidade, bem como pirâmides.


Entre os visualizadores remotos mais precisos descritos nos documentos da CIA estava o famoso psíquico Ingo Swann. Em seu livro de 1988, “Penetration“, Swann descreve de forma detalhada como a CIA utilizou suas habilidades de visualização remota.
Uma missão de 1975 foi a de espionar bases secretas na Lua, as quais pertenciam a uma ou mais civilizações extraterrestres. Swann abre o capítulo cinco de um documento ultrassecreto vazado da Agencia de Inteligencia Americana descrevendo sua visualização remota da Lua para Axelrod/Axel, um oficial da CIA:
ABAIXO, UMA TRANSCRIÇÃO DO DOCUMENTO:
Capitulo 5
HUMANOIDES NA LUA
De volta ao trabalho, Axel me deu as coordenadas da Lua, cada conjunto representando localizações específicas na superfície lunar.
Em algumas das localizações parecia não haver nada para se ver, exceto paisagens lunares.
Mas outras localizações? – bem, houve confusão, e eu percebi muito do que eu não podia compreender de forma alguma. Fiz muitos esboços, identificando-os como isto ou aquilo, ou parecendo como algo diferente. Sem comentários, Axelrod rapidamente se apossou de cada esboço, e eu nunca mais os vi novamente.
Descobri torres, maquinário, luzes de diferentes cores, ‘prédios’ de aparência estranha.
Descobri pontes cujas funções não pude compreender. Uma delas simplesmente formava um arco – e nunca chegava ao solo em lugar algum.  Havia muitas cúpulas de vários tamanhos, coisas redondas, coisas como pequenos discos com janelas.  Estes estavam armazenados próximos dos lados da cratera, algumas vezes em cavernas, algumas vezes dentro do que pareciam hangares de aeroportos.
Tive problemas estimando os tamanhos. Mas algumas das coisas eram muito grandes.
Dadas as localizações fora do planeta designadas pelos melhores visualizadores remotos como Swann, não é surpresa que a CIA contratou um visualizador remoto para descobrir as origens das pirâmides e outras estruturas artificiais na região da Cydonia em Marte.


O protocolo usado para a sessão está descrito na página 2 do documento da CIA, datado de 22 de maio de 1984:
O envelope lacrado foi dado ao sujeito imediatamente antes da entrevista. O envelope não foi aberto até após a entrevista. No envelope estava um cartão de 3 x 5 polegadas, com a seguinte informação:
O planeta Marte.
Tempo de interesse, aproximadamente 1 milhão de anos A. C.
Coordenadas geográficas selecionadas, fornecidas pelas partes pedindo a informação, foram verbalmente dadas ao sujeito durante a entrevista.
O resto do documento da CIA (pgs. 3-9) é uma transcrição do visualizador remoto, respondendo questões sobre as diferentes localizações e períodos dados a ele (em 1984, todos os visualizadores remotos conhecidos eram homens).  O visualizador remoto é referido como “SUB.”, enquanto o questionador é “MON”.
Isto é o que o visualizador remoto reporta após ser perguntado a primeira questão:
MON: (Mais 10 minutos, pronto para começar.)  Tudo bem agora, usando a informação no envelope que forneci, exclusivamente focando sua atenção agora, usando a informação no envelope, foque em:
40.89 graus norte
9.55 graus oeste
SUB:  ……..Quero dizer que parece como ah…. eu não sei, parece com….. eu meio que obtive uma vista oblíqua de uma ah.. forma de pirâmide.  É muito alta, está meio que em cima de uma… grande área rebaixada.
As coordenadas são para a região de Cydonia, e imediatamente o visualizador remoto descreve algum tipo de pirâmide num vale. Esta é uma notável corroboração para múltiplos pesquisadores que têm identificado as pirâmides nas fotos da Viking desta exata região de Marte.


Depois, o visualizador remoto responde às sérias questões a respeito da população que vivia nesta região pouco antes das perturbações geológicas do planeta, as quais ocorreram há aproximadamente um milhão de anos. Ele descreve a população como sendo muito alta e magra, e parecendo escapar às perturbações que incluíram uma atividade de tempestade muito violenta:
MON: Diga-me sobre aqueles que dormem através das tempestades.
SUB: …… Ah…. muito…. altos novamente, pessoas….muito grandes, mas eles são magros, eles se parecem magros devido à sua altura e eles se vestem como em, oh inferno, é como uma seda bem leve, mas não é roupa do tipo fluída, é como se fosse cortada justa.
A civilização marciana está morrendo e a população sabe disso:
MON: Vá mais perto de um deles e peça-os para falar sobre eles.
SUB: Eles são povos antigos. Eles ah… eles estão morrendo, já passou seu tempo e sua idade.
MON: Fale-me sobre isto.
SUB: Eles são muito filosóficos quanto a este respeito. Eles estão procurando por ah…. uma forma de sobreviver e eles simplesmente não podem.
Os marcianos estão esperando para viajarem para outro lugar, a fim de sobreviverem.  Alguns são capazes de escapar para regiões distantes, presumivelmente fora do planeta, como sugere a seguinte questão:


MON: O que é que eles estão esperando?
SUB: ….Eles ha….. evidentemente foi um….. um grupo ou destacamento deles que foi para encontrar ah…um novo lugar para viver. É como se eu tivesse obtendo todos os tipos de informações sobrepujantes da… corrupção de seu meio-ambiente.  Ele está decaindo rapidamente e este grupo foi para outro lugar, como um longo caminho para encontrar outro lugar para viver.
Após, o visualizador remoto descreve o que claramente parece ser uma espaçonave levando os sobreviventes para outros planeta, mais de um milhão de anos atrás:


MON: Okay, quando os outros partiram, estas pessoas estão esperando, quando os outros partiram, como eles foram?
SUB: ……………….Obtenho uma impressão de ah……..não sei que diabos é isto.  Parece como dentro de um enorme barco. Paredes muito arredondadas e metal brilhante.
MON: Vá junto com eles em sua jornada e descubra onde é que eles vão.
SUB: ……………. Impressões de um local realmente louco, com vulcões e bolsões de gás e plantas estranhas, lugar muito volátil, é bem como ir de uma frigideira para o fogo.  A diferença é que parece haver muita vegetação, onde o outro lugar não tinha. E tipo diferente de tempestade.
A descrição acima é muito sugestiva do que a Terra poderia se parecer na época. Assim, teriam os marcianos escapados para a Terra há aproximadamente um milhão de anos, deixando para trás pirâmides e outras ruínas na região de Cydonia, e tudo isso foi descoberto pelos visualizadores remotos da CIA em 1984?



COMENTEM !!!!!!!!!!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O Experimento Milgram e o domínio da vontade humana



O ser humano é altamente influenciável......isto é um fato que pode ser observado ao longo da história de nossa especie, até os dias atuais. O controle em massa sobre pessoas é uma fato muito estudado e que gera interesse enorme de autoridades e líderes mundiais, muitas vezes pondo em prática técnicas de submissão que não são percebidas pelo grande público. Religiões, mídias televisivas, líderes populistas, autoridades ditadoras; são apenas alguns exemplos de pequenos grupos que conseguiram influenciar e dominar milhões de pessoas e existe um estudo muito interessante desenvolvido por Stanley Milgram que comprova este comportamento.


Stanley Milgram foi um psicólogo dos Estados Unidos. Sua carreira foi dedicada a Psicologia Social e ele ficou mundialmente conhecido por seus experimentos. Um deles testava a obediência das pessoas. Resumidamente o experimento era assim, nas palavras do próprio Stanley Milgram:


“Na experiência básica, planejada, duas pessoas chegam a um laboratório psicológico para participar de um estudo sobre memória e aprendizado. Um é chamado de ‘professor’ e outro de ‘aluno’. O experimentador explica que o estudo diz respeito aos efeitos da punição no aprendizado. O aluno é conduzido a uma sala, senta-se numa espécie de miniatura de cadeira elétrica; seus braços são imobilizados para impedir movimentos excessivos e um eletrodo é preso ao seu pulso. Ele é informado de que ser-lhe-ão lidas listas de pares de vocabulários simples e que, então, será testada a sua capacidade de lembrar-se da segunda palavra de um par quando ouvir novamente a primeira palavra. Sempre que cometer um erro, receberá choques elétricos de intensidade crescente”.

Esses choques poderiam chegar até a 450volts (extremamente prejudiciais) !!



Até onde vocês iriam numa atividade assim?

Bem, vendo de fora, a maioria das pessoas julgam que parariam logo, que não sofreriam influência externa (pesquisador) na sua decisão. Essa também foi a opinião de psiquiatras consultados sofre o resultado esperado. Mas a pesquisa mostrou um lado sombrio da nossa capacidade de obediência. Mais de 60% das pessoas foram até a última intensidade do choque, o choque que poderia ser fatal. Em outras palavras, houve um alto índice de submissão a autoridade.

Nesse estudo apenas o professor não sabia dos objetivos. O aluno era um ator que ficava na sala isolada fingindo que recebia choques e os choques não eram reais, entretanto, os professores não sabiam disso então para eles, a tarefa era real.

Qual o objetivo da pesquisa?

Também nas palavras de Milgram:


“O objetivo da experiência é ver até que ponto uma pessoa prosseguirá numa situação concreta e mensurável em que lhe é ordenado infligir uma dor crescente numa vítima que protesta”. Sim, o aluno (ator) diz que está doendo, que não aguenta mais, mas o experimentador insiste que deve continuar.



O que esse estudo aponta é algo extremamente impactante sobre nossa mente. O conflito entre obedecer a uma “ordem” da autoridade ou aceitar nossa compaixão por outro que sofre. Ele mostra que ao recebermos uma tarefa, podemos não mais questionar as consequências de nossos atos, uma vez que essa responsabilidade passa a ser da autoridade que deu a ordem. Em outras palavras, nos tornamos um meio, sendo nossa responsabilidade diminuída.

Esta observação é muito interessante, muitos dizem que esta teoria foi usada pelos soldados nazista, como meio de cometerem as barbaridades que cometeram por estarem sob influencia de ordens superiores, não sendo responsáveis diretamente pelos seus atos.............é um princípio utilizado muito no meio militar onde a hierarquia é a base dessa sociedade.


O comportamento humano é mesmo fascinante...................COMENTEM !!!!!!