Toda Verdade Revelada: A captura de Nicolás Maduro e o Grande Acordo do Petróleo


O que o mundo testemunhou no último sábado, 3 de janeiro de 2026, não foi apenas uma operação militar; foi o ato final de uma peça ensaiada nos bastidores do poder global. Enquanto a mídia tradicional foca na "captura" de Nicolás Maduro após os bombardeios em Caracas, as sombras revelam uma realidade muito mais sinistra: o Grande Acordo do Petróleo.

O Telefonema das Sombras (Dezembro de 2025)

Semanas antes da invasão, o jornalismo oficial noticiou um "telefonema tenso" entre Trump e Maduro. O que não disseram foi o teor real da conversa. Fontes internas da CIA e NSA indicam que não houve um ultimato, mas uma negociação de rendição coordenada.

  • O Código de Rendição: Maduro, percebendo que o cerco estava se fechando e que generais de alto escalão já o haviam vendido por promessas de anistia, utilizou a linha direta para oferecer o que Trump mais desejava.

  • O Troca-Troca: Em troca de uma "extração segura" para um local não revelado (sob o disfarce de prisão em Nova York), Maduro entregou a localização exata das reservas estratégicas subterrâneas e códigos de acesso aos sistemas de defesa russos instalados em solo venezuelano.

A "Operação Don-Roe" e o Verdadeiro Alvo

Trump chamou sua nova política de "Doutrina Don-Roe", uma versão atualizada da Doutrina Monroe. A captura de Maduro foi o espetáculo necessário para justificar o controle direto das maiores reservas de petróleo do planeta.

"Bombardear petróleo é perigoso. Vamos consertar a infraestrutura e começar a gerar lucro." — Donald Trump, 03/01/2026.

O Plano de Controle Total:

  1. Infraestrutura como Refém: Sob o pretexto de "reconstrução", empresas americanas de energia já estão se movendo para ocupar os campos da bacia do Orinoco.

  2. Segredos Militares: A captura permitiu aos EUA o acesso físico a tecnologias de vigilância chinesas e armamentos russos que o governo chavista escondia em bunkers.

  3. Reservas Estratégicas: O acordo secreto garantiria que o fluxo de óleo venezuelano passasse a ser negociado exclusivamente em dólares, enterrando de vez qualquer tentativa de desdolarização na região.




O Teatro da Captura

A foto de Maduro algemado, usando óculos escuros e moletom cinza em um navio americano, foi o toque final de mestre. Analistas de linguagem corporal e especialistas em inteligência sugerem que a imagem foi posada.


Elemento do TeatroExplicação Conspiratória
A Imagem de MaduroCalmo demais para quem acaba de perder um país; parece um "ativo" sendo extraído, não um prisioneiro.
O Destino Nova YorkO tribunal é o cenário perfeito para que ele entregue os nomes de líderes mundiais em troca de proteção perpétua.
A Silêncio de Cilia FloresA "primeira-combatente" desapareceu dos radares, sugerindo que o acordo familiar foi selado antes do primeiro tiro.

 O Salto das Gigantes (O "Butim" de Wall Street)

No dia 5 de janeiro, logo após a confirmação da captura, as ações das petroleiras americanas não apenas subiram; elas atingiram recordes históricos.

  • Chevron (+8%): É a peça-chave. Por ser a única que manteve operações mínimas sob licença especial, ela agora é a "ponta de lança" para assumir o controle total. O mercado já a precifica como a nova gestora da Bacia do Orinoco.

  • ExxonMobil e ConocoPhillips (+5-6%): Ambas haviam sido expulsas por Chávez. Agora, rumores de corredores indicam que elas estão negociando "swaps de dívida por ativos". Ou seja: em vez de receberem as indenizações bilionárias que a Venezuela lhes deve, elas receberão concessões diretas de exploração por 50 anos.

  • Halliburton e SLB (+7-8%): As empresas de serviços de infraestrutura subiram ainda mais. Elas são as que "limparão o terreno", reconstruindo os dutos que Maduro, no acordo secreto, teria prometido não sabotar.

 A Bacia do Orinoco: O Prisioneiro Real

Enquanto o mundo olha para a cela de Maduro, os satélites mostram uma movimentação incomum na Bacia do Orinoco.

Fato Oculto: Analistas apontam que a Venezuela possui 17% das reservas globais, mas produz apenas 1%. O plano de Trump, apelidado por alguns de "Operação Absolute Resolve", visa triplicar essa produção em 24 meses, inundando o mercado e quebrando a espinha dorsal da OPEP+ (Rússia e Arábia Saudita).

 Refinarias da Costa do Golfo

As refinarias de Valero, Marathon Petroleum e Phillips 66 registraram altas de até 16%. Por quê? As refinarias americanas foram desenhadas para processar o petróleo "pesado" venezuelano. Elas estavam "passando fome" com o petróleo leve do Texas. A captura de Maduro garante a essas usinas o "alimento" barato que elas precisam para dominar o mercado global de diesel e asfalto.

EmpresaPapel na "Nova Venezuela"Status de Lucro
ChevronOperadora Principal / LogísticaMáximo (Já em solo)
Lockheed MartinSegurança de Infraestrutura (Mercenários/Defesa)Alto (Contratos de proteção)
JPMorgan/BofAFinanciamento da "Dívida de Guerra"Estável (Reestruturação de títulos)

A verdade é clara para quem sabe ler as entrelinhas: o petróleo venezuelano nunca foi sobre democracia. Foi sobre quem detém a chave do combustível que moverá a economia americana no restante da década. Maduro não foi capturado; ele foi comprado.

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Comentários

  1. Júlio Roberto Silveira6 de janeiro de 2026 às 09:39

    Gostei muito dessa notícia sou de Minas Gerais da cidade Jabatiúma-MG

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