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terça-feira, 29 de abril de 2025
O apagão massivo na Europa, o surgimento do falso profeta e a ascensão de uma Nova Ordem Mundial
sábado, 26 de abril de 2025
A morte de um Papa, e o ritual secreto e altamente codificado do Vaticano
Após a morte de um Papa, um ritual secreto e altamente codificado é iniciado, chamado de "Exequias Papais". O primeiro passo é a confirmação do falecimento, e, em seguida, o camerlengo (o cardeal responsável pela administração da Igreja enquanto o Papa está vivo) realiza uma cerimônia onde o nome do Papa falecido é pronunciado, confirmando sua morte. Tradicionalmente, o Papa também recebe o título de "Servo de Deus" após sua morte, e uma série de orações são feitas em sua honra.
O corpo do Papa falecido é preparado e colocado em uma urna de madeira, e antes do funeral, é exposto ao público no Vaticano, permitindo que os fiéis se despeçam. Mas há certos aspectos que permanecem envoltos em segredo. A maioria das informações sobre os ritos internos, como os gestos e palavras exatas ditas durante a preparação do corpo e cerimônias privadas realizadas no Vaticano, são mantidas sob estrita confidencialidade. Alguns desses ritos se conectam a antigas tradições e rituais místicos, com uma ligação histórica à cabala e outras tradições esotéricas.
A Mística Cabalística no Funeral Papal
Há uma camada de simbolismo cabalístico que, embora não explicitamente confirmada pela Igreja, é frequentemente associada a muitos rituais do Vaticano e do papado. Na cabala, a morte é vista não como o fim, mas como uma transição para um estado espiritual elevado. Alguns estudiosos sugerem que o próprio processo de escolha de um novo Papa — com o uso de fumaça branca ou preta, por exemplo — tem paralelos com a simbologia cabalística, onde os números e símbolos representam forças cósmicas que governam o destino humano.
A cabala também foca na ideia de "retorno ao Uno", uma concepção que se assemelha ao conceito cristão de vida eterna, em que a alma do Papa, após sua morte, se funde com o divino. O uso de determinados números e a organização dos atos durante os rituais de funeral poderiam refletir essas influências esotéricas. O número 12, por exemplo, que é importante na cabala, é refletido na quantidade de cardeais do Colégio que participam do processo de eleição do novo Papa.
Curiosidades sobre o Funeral Papal
Além dos rituais e simbolismos cabalísticos, há diversas curiosidades que cercam o funeral papal. Uma delas é a tradição do anello piscatorio, o anel do Papa, que é destruído após a morte do Pontífice. Este anel, que carrega o símbolo do Papa e o seu selo, é simbolicamente quebrado pelo camerlengo, sinalizando que o Papa não está mais no cargo e que sua autoridade terrena foi encerrada.
Outro aspecto interessante é o fato de que, durante o funeral, a música e as orações escolhidas são extremamente significativas. O Missa pro Papa (missa especial) é celebrada em latim, e as melodias e cantos são selecionados para marcar o luto e a elevação espiritual da figura papal. Há também a tradição de que o Papa é enterrado em uma sepultura simples, muitas vezes com referências simbólicas à humildade, em comparação com os luxuosos mausoléus de outras figuras de poder.
O Mistério da Continuidade Papal
Após o funeral, um novo ciclo é iniciado com a escolha do próximo Papa. O conclave é uma cerimônia isolada e muito reservada, onde os cardeais se reúnem para votar secretamente em um novo líder da Igreja Católica. Durante esse processo, existe uma pressão para que o escolhido tenha uma conexão divina e espiritual, que seria vista por muitos como um reflexo do destino e da vontade de Deus, algo que se alinha com algumas tradições esotéricas, incluindo a crença de que o universo conspira para garantir que o novo Papa seja "o escolhido".
Portanto, o funeral do Papa não é apenas um evento de despedida, mas um conjunto de práticas carregadas de simbologia e mistério. Ele conecta a Igreja a tradições antigas e poderosas, criando um espaço de transcendência que vai além da simples morte, sendo um reflexo das complexas crenças espirituais que cercam a figura do Papa e o papel da Igreja Católica no mundo.
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segunda-feira, 21 de abril de 2025
A Arca da Aliança é localizada através de visualização remota através da percepção extrassensorial
sexta-feira, 11 de abril de 2025
A tecnologia de deextinção da empresa Colossal Biosciences - A criação de super soldados
A tecnologia de trazer animais extintos de volta à vida, conhecida como "deextinção", tem avançado significativamente nos últimos anos. Uma das empresas pioneiras nesse campo é a Colossal Biosciences, que, em abril de 2025, anunciou a criação de três exemplares do lobo-terrível (Aenocyon dirus) utilizando técnicas de edição genética. Esses animais, chamados Romulus, Remus e Khaleesi, nasceram de células de lobos cinzentos modificadas para incorporar características do lobo-terrível, como tamanho maior e pelagem distinta. No entanto, especialistas independentes apontam que esses exemplares são híbridos de lobos cinzentos geneticamente modificados, e não uma recriação fiel da espécie extinta.
Tecnologia em comum: edição genética
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Tanto a deextinção quanto a modificação de humanos utilizam edição de DNA para alterar características genéticas.
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No caso da deextinção, genes de espécies extintas são inseridos ou reconstruídos em células de espécies vivas próximas (ex: usar DNA de mamute em elefantes).
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No caso humano, a mesma técnica poderia ser usada para melhorar capacidades físicas, cognitivas, imunológicas, etc.
Deextinção como campo de testes
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Projetos como os da empresa Colossal Biosciences estão testando os limites da biotecnologia na modificação de genomas complexos.
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Essas experiências servem como uma base prática para entender como manipular organismos vivos — e isso pode, eventualmente, ser aplicado ao ser humano.
Potencial dual: cura ou poder militar
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A engenharia genética pode ser usada para tratar doenças genéticas, aumentar a longevidade ou melhorar funções cognitivas.
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Mas também levanta a possibilidade de criar indivíduos com força, resistência ou inteligência aumentadas — o que, em contextos militares, se aproxima da ideia de super soldados.
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Isso se conecta à bioética e à segurança internacional, pois tecnologias parecidas já foram usadas em armas biológicas.
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Em 2018, o cientista chinês He Jiankui alegou ter criado os primeiros bebês geneticamente modificados, gerando um enorme escândalo e reação ética global.
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Se podemos ressuscitar um mamute ou modificar um lobo-terrível, também podemos, teoricamente, criar humanos com genes de resistência ao frio extremo, maior força, visão noturna — algo que antes era só ficção científica.
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