terça-feira, 29 de abril de 2025

O apagão massivo na Europa, o surgimento do falso profeta e a ascensão de uma Nova Ordem Mundial

Tudo começa com um apagão massivo em países-chave da Europa — como Alemanha, França, Itália, e Reino Unido — onde sistemas elétricos, comunicações e redes digitais seriam subitamente desligados. Isso causaria:

Caos nas cidades: sem eletricidade, água potável, transporte ou acesso ao dinheiro digital;
Desorientação em massa: com perda de comunicação, redes sociais e informação;
Pretexto para estado de exceção: governos poderiam decretar leis emergenciais, toques de recolher e controles populacionais.



Segundo os teóricos, esse apagão não seria acidental, mas sim deliberadamente provocado por grupos que já controlam partes do sistema financeiro, energético e militar global. Coincidindo com o apagão, ou pouco depois, ocorre a morte do Papa – isso representaria:

O fim da última grande autoridade espiritual tradicional;
A quebra da estabilidade moral para bilhões de fiéis ao redor do mundo;
O início de um cisma religioso que abriria espaço para uma nova fé “universal”.


Um falso profeta ou novo líder religioso global surgiria logo após a morte do Papa, propondo uma nova religião "inclusiva", "ecológica", ou "unificadora", promovida como parte da Nova Ordem Mundial. Com a população europeia (e global) em estado de pânico e vulnerabilidade, e sem a presença do Papa como figura de estabilidade, surgiria uma aliança de líderes globais (governos, CEOs de big tech, ONGs internacionais e até ordens secretas) propondo:

Um governo global unificado com promessas de segurança, paz e reconstrução;
Uma moeda digital centralizada sob controle de bancos internacionais;
Uma nova religião ecumênica, baseada em “valores universais” e obediência a uma autoridade central;
Um sistema de identificação digital com rastreamento biométrico para acesso a recursos básicos (dinheiro, internet, alimentação).



Essa Nova Ordem Mundial, portanto, se apresentaria como solução para o caos, mas na prática centralizaria poder, monitoraria populações, e eliminaria resistências religiosas, políticas e culturais.

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sábado, 26 de abril de 2025

A morte de um Papa, e o ritual secreto e altamente codificado do Vaticano

Após a morte de um Papa, um ritual secreto e altamente codificado é iniciado, chamado de "Exequias Papais". O primeiro passo é a confirmação do falecimento, e, em seguida, o camerlengo (o cardeal responsável pela administração da Igreja enquanto o Papa está vivo) realiza uma cerimônia onde o nome do Papa falecido é pronunciado, confirmando sua morte. Tradicionalmente, o Papa também recebe o título de "Servo de Deus" após sua morte, e uma série de orações são feitas em sua honra.

O corpo do Papa falecido é preparado e colocado em uma urna de madeira, e antes do funeral, é exposto ao público no Vaticano, permitindo que os fiéis se despeçam. Mas há certos aspectos que permanecem envoltos em segredo. A maioria das informações sobre os ritos internos, como os gestos e palavras exatas ditas durante a preparação do corpo e cerimônias privadas realizadas no Vaticano, são mantidas sob estrita confidencialidade. Alguns desses ritos se conectam a antigas tradições e rituais místicos, com uma ligação histórica à cabala e outras tradições esotéricas.

A Mística Cabalística no Funeral Papal

Há uma camada de simbolismo cabalístico que, embora não explicitamente confirmada pela Igreja, é frequentemente associada a muitos rituais do Vaticano e do papado. Na cabala, a morte é vista não como o fim, mas como uma transição para um estado espiritual elevado. Alguns estudiosos sugerem que o próprio processo de escolha de um novo Papa — com o uso de fumaça branca ou preta, por exemplo — tem paralelos com a simbologia cabalística, onde os números e símbolos representam forças cósmicas que governam o destino humano.

A cabala também foca na ideia de "retorno ao Uno", uma concepção que se assemelha ao conceito cristão de vida eterna, em que a alma do Papa, após sua morte, se funde com o divino. O uso de determinados números e a organização dos atos durante os rituais de funeral poderiam refletir essas influências esotéricas. O número 12, por exemplo, que é importante na cabala, é refletido na quantidade de cardeais do Colégio que participam do processo de eleição do novo Papa.

Curiosidades sobre o Funeral Papal

Além dos rituais e simbolismos cabalísticos, há diversas curiosidades que cercam o funeral papal. Uma delas é a tradição do anello piscatorio, o anel do Papa, que é destruído após a morte do Pontífice. Este anel, que carrega o símbolo do Papa e o seu selo, é simbolicamente quebrado pelo camerlengo, sinalizando que o Papa não está mais no cargo e que sua autoridade terrena foi encerrada.

Outro aspecto interessante é o fato de que, durante o funeral, a música e as orações escolhidas são extremamente significativas. O Missa pro Papa (missa especial) é celebrada em latim, e as melodias e cantos são selecionados para marcar o luto e a elevação espiritual da figura papal. Há também a tradição de que o Papa é enterrado em uma sepultura simples, muitas vezes com referências simbólicas à humildade, em comparação com os luxuosos mausoléus de outras figuras de poder.

O Mistério da Continuidade Papal

Após o funeral, um novo ciclo é iniciado com a escolha do próximo Papa. O conclave é uma cerimônia isolada e muito reservada, onde os cardeais se reúnem para votar secretamente em um novo líder da Igreja Católica. Durante esse processo, existe uma pressão para que o escolhido tenha uma conexão divina e espiritual, que seria vista por muitos como um reflexo do destino e da vontade de Deus, algo que se alinha com algumas tradições esotéricas, incluindo a crença de que o universo conspira para garantir que o novo Papa seja "o escolhido".

Portanto, o funeral do Papa não é apenas um evento de despedida, mas um conjunto de práticas carregadas de simbologia e mistério. Ele conecta a Igreja a tradições antigas e poderosas, criando um espaço de transcendência que vai além da simples morte, sendo um reflexo das complexas crenças espirituais que cercam a figura do Papa e o papel da Igreja Católica no mundo.


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segunda-feira, 21 de abril de 2025

A Arca da Aliança é localizada através de visualização remota através da percepção extrassensorial


A CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, afirmou ter verificado a existência da Arca da Aliança através de uma técnica chamada visualização remota — também conhecida como percepção extrassensorial (PES). Segundo um documento confidencial que voltou a circular recentemente nas redes sociais, o artefato sagrado e enigmático estaria sob a proteção de "entidades" dotadas de um poder "desconhecido".

Conforme o relatório, em uma sessão de visualização remota realizada em 5 de dezembro de 1988, um agente identificado como "visualizador remoto nº 32" recebeu a tarefa de identificar um alvo misterioso — que mais tarde foi revelado como sendo a lendária Arca da Aliança. Esse documento foi oficialmente liberado para o público em 8 de agosto de 2000, mas só agora ganhou nova atenção com a divulgação de detalhes adicionais nas redes.


Segundo a Bíblia, a Arca da Aliança (Ark of the Covenant, em inglês) foi construída pelos israelitas após sua fuga do Egito, por volta do século XIII a.C. Moisés teria colocado os Dez Mandamentos dentro do artefato. A Arca também ficou famosa por sua representação no filme "Os Caçadores da Arca Perdida" (1981), em que o arqueólogo Indiana Jones, interpretado por Harrison Ford, compete com os nazistas para encontrá-la, pois se acreditava que quem possuísse o objeto se tornaria invencível.

No método de visualização remota, o alvo a ser localizado é descrito em um papel, que é lacrado em um envelope. O visualizador não tem acesso a essa informação e é guiado por um orientador ao longo do processo, explicou Joe McMoneagle, subtenente aposentado do Exército dos EUA.



McMoneagle foi o primeiro a realizar experimentos psíquicos para a CIA. Ele foi recrutado para integrar o Projeto Stargate, que ocorreu entre 1978 e 1995, e passou a ser conhecido como o “Visualizador Remoto Número 1”. O projeto foi encerrado em 1995, após um relatório da própria CIA afirmar que não haviam sido obtidos benefícios concretos. Ainda assim, McMoneagle afirma que chegou a ver formas de vida em Marte usando apenas suas capacidades mentais.

Na sessão de 1988, o visualizador nº 32 teria descrito a localização da Arca como sendo uma área secreta no Oriente Médio. Segundo o relato contido no documento, ele disse:
“O objeto é um tipo de recipiente. Dentro dele, há outro recipiente. É feito de madeira, ouro e prata... tem o formato parecido com um caixão e está ornamentado com figuras de serafins.”

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sexta-feira, 11 de abril de 2025

A tecnologia de deextinção da empresa Colossal Biosciences - A criação de super soldados

A tecnologia de trazer animais extintos de volta à vida, conhecida como "deextinção", tem avançado significativamente nos últimos anos. Uma das empresas pioneiras nesse campo é a Colossal Biosciences, que, em abril de 2025, anunciou a criação de três exemplares do lobo-terrível (Aenocyon dirus) utilizando técnicas de edição genética. Esses animais, chamados Romulus, Remus e Khaleesi, nasceram de células de lobos cinzentos modificadas para incorporar características do lobo-terrível, como tamanho maior e pelagem distinta. No entanto, especialistas independentes apontam que esses exemplares são híbridos de lobos cinzentos geneticamente modificados, e não uma recriação fiel da espécie extinta.

Além do lobo-terrível, a Colossal Biosciences também está empenhada em projetos de deextinção do mamute lanudo e do tigre de Tasmania. Essas iniciativas utilizam tecnologias avançadas, como a edição genética CRISPR e a clonagem, com o objetivo de reintroduzir essas espécies no ambiente natural. O projeto do mamute, por exemplo, visa adaptar esses animais ao clima frio da tundra siberiana, contribuindo para a conservação do ecossistema local.



A tecnologia de deextinção — o processo de trazer espécies extintas de volta à vida — está profundamente conectada ao avanço da engenharia genética, especialmente por meio de ferramentas como CRISPR-Cas9, que permite editar genes com precisão. Essa mesma base tecnológica que está sendo usada para recriar animais extintos também abre portas para algo ainda mais controverso: a modificação genética de seres humanos, inclusive a possibilidade de criação de “super-humanos”.

Tecnologia em comum: edição genética

  • Tanto a deextinção quanto a modificação de humanos utilizam edição de DNA para alterar características genéticas.

  • No caso da deextinção, genes de espécies extintas são inseridos ou reconstruídos em células de espécies vivas próximas (ex: usar DNA de mamute em elefantes).

  • No caso humano, a mesma técnica poderia ser usada para melhorar capacidades físicas, cognitivas, imunológicas, etc.


Deextinção como campo de testes

  • Projetos como os da empresa Colossal Biosciences estão testando os limites da biotecnologia na modificação de genomas complexos.

  • Essas experiências servem como uma base prática para entender como manipular organismos vivos — e isso pode, eventualmente, ser aplicado ao ser humano.

Potencial dual: cura ou poder militar

  • A engenharia genética pode ser usada para tratar doenças genéticas, aumentar a longevidade ou melhorar funções cognitivas.

  • Mas também levanta a possibilidade de criar indivíduos com força, resistência ou inteligência aumentadas — o que, em contextos militares, se aproxima da ideia de super soldados.

  • Isso se conecta à bioética e à segurança internacional, pois tecnologias parecidas já foram usadas em armas biológicas.



Exemplos e preocupações reais
  • Em 2018, o cientista chinês He Jiankui alegou ter criado os primeiros bebês geneticamente modificados, gerando um enorme escândalo e reação ética global.

  • Se podemos ressuscitar um mamute ou modificar um lobo-terrível, também podemos, teoricamente, criar humanos com genes de resistência ao frio extremo, maior força, visão noturna — algo que antes era só ficção científica.

Aparentemente essas pesquisas que demonstram uma preocupação ambiental pode ser apenas fachada e balão de ensaio para algo muito maior, uma vez que os maiores financiadores do projeto são nomes como Jeffrey Edward Epstein, Jeffrey Preston Bezos e a própria CIA, o departamento de Inteligência dos EUA.......COMENTEM !!!!!

domingo, 6 de abril de 2025

Ruinas submersas em Cuba podem ter revelado a lendária Atlante e a civilização Lemuriana


Em meados dos anos 2000, uma descoberta submersa na costa oeste de Cuba trouxe à tona uma série de estruturas enigmáticas que continuam a intrigar exploradores, cientistas e entusiastas da história. O que parecia ser um achado extraordinário, com blocos de pedra organizados simetricamente, despertou comparações imediatas com a lendária cidade perdida de Atlântida e a antiga civilização de Lemúria.

No entanto, com o passar dos anos, a história que uma vez capturou a imaginação da mídia e do público, mergulhou na obscuridade. O que aconteceu com as “ruínas” submersas de Cuba? Foram elas investigadas a fundo? E por que esse mistério permanece, até hoje, envolto em silêncio?



Tudo começou em uma missão de exploração e levantamento, liderada por Pauline Zalitzki, uma engenheira marinha, e seu marido Paul Weinzweig. Eles estavam trabalhando em parceria com o governo cubano na ponta da Península de Guanahacabibes, na província de Pinar del Río.

A missão, que inicialmente tinha como foco a busca por navios carregados de tesouros da era colonial espanhola, tomou um rumo inesperado quando o sonar de alta tecnologia da equipe capturou imagens intrigantes do fundo do mar.

As estruturas detectadas pelo sonar se destacavam no árido leito oceânico, apresentando formas simétricas e geométricas que lembravam um complexo urbano. Para Zalitzki e Weinzweig, o achado sugeria a possibilidade de uma civilização antiga perdida sob as águas, com estruturas modernas como aquedutos, construções colossais, pirâmides e vias pavimentadas muito bem simétricas.


No entanto, em vez de celebrarem a descoberta como uma evidência de Atlântida, os exploradores mantiveram a cautela. Eles sabiam que, sem uma investigação mais aprofundada, qualquer conclusão seria prematura. As imagens iniciais obtidas pelo sonar revelaram blocos lisos e bem definidos, que pareciam ter sido organizados de maneira deliberada. Alguns deles se assemelhavam a pirâmides, enquanto outros apresentavam formas circulares. No entanto, a falta de clareza das imagens deixou espaço para especulações e teorias que rapidamente se espalharam pela mídia.

As pesquisas desapareceram repentinamente nos anos seguintes e muita coisa foi encoberta pelo governo Cubano. Será que acharam algo que não puderam revelar ? 

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terça-feira, 1 de abril de 2025

Nikola Tesla e o mistério das pirâmides de Gizé finalmente revelados


Recentemente, cientistas descobriram uma enorme estrutura subterrânea sob o complexo de Gizé, com mais de 1.980 metros de comprimento, o que pode ser uma das descobertas arqueológicas mais significativas do século XXI. O bilionário Elon Musk já fez declarações controversas sobre a origem das pirâmides, sugerindo que há segredos ocultos sobre essas estruturas.

Além disso, a verdadeira função das pirâmides ainda é um mistério. Embora sejam amplamente reconhecidas como túmulos de faraós, alguns estudiosos acreditam que elas podem ter sido usadas para algo muito mais complexo. Nikola Tesla e sua teoria sobre a energia das pirâmides O famoso inventor Nikola Tesla também se interessou pelas pirâmides e acreditava que elas poderiam ter uma conexão com a transmissão de energia eletromagnética.


Pesquisas publicadas pela A Plin Physics indicam que algumas câmaras dentro da Grande Pirâmide de Gizé podem gerar energia a partir de ondas de rádio. Tesla defendia a teoria de que a Terra funciona como um grande gerador elétrico natural e que as pirâmides serviriam como transmissores dessa energia. Essa ideia foi a base para o desenvolvimento de sua Torre Tesla, que tinha como objetivo transmitir eletricidade sem a necessidade de fios.

O fato de as pirâmides terem sido construídas com materiais específicos, como calcário isolante e cristais condutores, reforça essa hipótese. Embora essa teoria seja rejeitada por muitos cientistas, novas pesquisas sugerem que Tesla poderia estar certo. Pesquisadores da Itália e Escócia realizaram um mapeamento subterrâneo no complexo de Gizé, utilizando duas tecnologias avançadas:

Radar de penetração no solo, normalmente usado para explorar o fundo dos oceanos; Satélites capazes de detectar ondas sísmicas, o que permite criar imagens detalhadas do subsolo. Os resultados foram surpreendentes. Descobriram oito enormes estruturas semelhantes a pilares, localizadas a 640 metros de profundidade sob a Pirâmide de Quéfren. Esses pilares estão conectados por passagens subterrâneas que levam a duas câmaras gigantes, cada uma com cerca de 80 metros.


Além disso, os cientistas identificaram um complexo subterrâneo interligando as três pirâmides principais, formando uma rede oculta com quase 2 km de extensão. Seria uma cidade perdida ou uma tecnologia avançada? Nicole Cicolo, principal pesquisadora do estudo, sugere que essas estruturas podem estar associadas à mítica Sala dos Registros, um possível arquivo onde estaria guardado o verdadeiro conhecimento dos antigos egípcios.

Existem também menções às Salas de Aenti, que aparecem em textos egípcios como possíveis portais interdimensionais. Para os aficionados por ufologia, as recentes descobertas reforçam a ideia de que as pirâmides podem ter uma origem extraterrestre. O bilionário Elon Musk já afirmou várias vezes que as pirâmides foram construídas por seres de outro planeta. Segundo ele, seria impossível que os humanos da época conseguissem mover blocos tão pesados sem algum tipo de tecnologia avançada.


Embora suas declarações sejam frequentemente tratadas como piadas, algumas coincidências são curiosas. Por exemplo, o alinhamento das três pirâmides de Gizé com a constelação de Órion é considerado por muitos como um sinal de conhecimento avançado. Além disso, a latitude da Grande Pirâmide (29,9772458° Norte) coincide precisamente com a velocidade da luz no vácuo (299.792.458 m/s), o que levanta ainda mais perguntas sobre a origem dessas construções.

O que o futuro nos reserva? Se essas descobertas forem confirmadas, elas poderão mudar radicalmente nosso entendimento sobre a civilização egípcia. As pirâmides podem ser muito mais do que simples túmulos – elas podem conter conhecimentos avançados que a humanidade ainda não conseguiu compreender por completo. Será que os antigos egípcios dominavam uma tecnologia muito à frente de seu tempo? Ou será que as pirâmides realmente guardam evidências de um contato alienígena? As respostas podem estar mais próximas do que imaginamos.

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