sábado, 11 de fevereiro de 2023

Pesquisas inéditas revelam como dobrar o espaço tempo para viajar mais rápido do que a luz



De acordo com a teoria da relatividade de Einstein, a velocidade da luz no vácuo é a velocidade máxima possível para a transmissão de informações e o movimento de partículas. Isso ocorre porque a velocidade da luz é fundamental para a estrutura do espaço-tempo e a sua superação exigiria uma quantidade infinita de energia. A teoria da dobra espacial, também conhecida como propulsão por dobra ou warp drive, é uma ideia teórica que sugere a possibilidade de viajar mais rápido do que a luz ao "dobrar" o espaço em vez de tentar superar a velocidade da luz. Essa ideia foi popularizada pela série de TV "Star Trek", mas tem raízes na física teórica e na matemática, uma vez que pesquisas sobre esse tema foram alavancados estudando tecnologia reversa de destroços de OVINS presentes na área 51 sob supervisão dos "Black Suits"

A ideia básica é que um objeto em movimento pode criar uma onda que encurva o espaço à sua frente, permitindo que ele viaje mais rápido do que a luz, mas sem violar as leis da física conhecidas. Esse fenômeno criaria uma "buraco de minhoca", permitindo percorrer distancias inimagináveis no universo em questão de segundos. Cálculos teóricos obtidos de cientistas anônimos, que procuram não divulgar esse conhecimento para a grande academia por medo de represarias, já vem sendo estudado e comprovado por meio de limites e derivadas tetradimensionais como exemplificados a seguir:


Para criar uma dobra espacial, seria necessário manipular a gravidade e a energia escura - uma forma de energia ainda misteriosa que se acredita estar acelerando a expansão do universo. A ideia é que uma nave espacial poderia criar uma bolha de espaço-tempo em torno dela e, em seguida, encolhê-la na frente e estendê-la atrás, como se estivesse "puxando" o espaço. No entanto, criar e controlar uma dobra espacial exigiria enormes quantidades de energia, bem como tecnologias e conhecimentos científicos muito avançados. Além disso, a existência de uma fonte de energia tão poderosa ainda não foi devidamente colocada em prática; porém os recentes estudos em aceleradores de partículas, conseguiram criar um minúsculo buraco negro que seria a base da energia utilizada em motores desse tipo.


Embora a teoria da dobra espacial ainda esteja no inicio, ela é um exemplo interessante de como raças humanoides conseguem percorrer distancias tão grandes no universo e visitar outros mundos. Relatos de pesquisadores ufólogos da sociedade secreta de ÓRION-SIGMA, presentes na Deep Web, revelam que nosso planeta ainda está rastejando nesse tipo de conhecimento, pois utilizamos fontes de energias ainda muito primitivas que mal produzem empuxo para vencer a gravidade de nosso planeta. Esse, segundo contatos extra-sensoriais, seria o motivo de outras raças e sociedades extraterrenas não se interessarem por nosso mundo, tão primitivo e no alvorecer desse tipo de descoberta científica.


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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

A evolução da Inteligência Artificial......o despertar da singularidade consciêncial


AI parece coisa de ficção cientifica e tá sendo explorada na ficção há muito tempo (Skynet e o Exterminador do Futuro que o digam). Mas por muito tempo foi apenas uma promessa sem muitos resultados práticos. Quem começou a mudar isso foi a DEEPMIND, fundada em 2010. Até então, a maior façanha de inteligência artificial tinha sido derrotar o campeão mundial de xadrez em 1997 (ou por ai).
Mas o fundador da DEEPMIND, Demis Hassabis, tinha ideias diferentes de como operar essa tecnologia que começou a testar com resultados absurdamente surpreendentes. Enquanto a abordagem em vigor na época era de alimentar uma AI com regras e ver o que ela fazia, ele começou a usar deeplearning em ambientes de jogos, fazendo a AI jogar contra ela mesma, coletando os dados e usando esses dados pra treinar ela. Assim, quanto mais ela jogava, mais inteligente ficava. 


E foi com essa tecnologia que em 2017 ele trouxe a atenção da mídia pro tema quando o ALPHAGO venceu o campeão mundial de GO em partidas do jogo que é considerado o mais complexo jogo conhecido. Muita pesquisa começou nessa área que está avançando cada vez mais rápido. Atualmente já temos desenvolvidos os chamados "LARGE LANGUAGE MODELS" como o GPT-3, pela OPENAI, que foi outro responsável por outra grande cobertura midiática, pois possibilitava a qualquer um conversar com ela num nível que, muitas vezes, deixava claro que essa AI passou no teste de turing em comunicação escrita. Também é da OPENAI a criação do sistema DALL-E 2 que cria imagens criativas com base em um prompt de texto, você digita o que quer e ela cria uma imagem baseada nesse texto. 12 anos após a criação da DEEPMIND, saímos de um ápice que era jogar xadrez, para conversas com máquinas e geração de imagens criativas.

A meta desse campo de pesquisa é criar a tal da AGI: aritificial general intelligence, uma inteligência artificial que consegue fazer todas as tarefas que um ser humano consegue fazer tão bem quanto nós ou melhor. Acho natural imaginar que no longo prazo, algo assim vai existir. E é interessante que, no momento, ainda não sabemos se inteligência precisa, necessariamente, de consciência. podemos criar um sistema desses que ao contrário do imaginário popular, não seja sentiente mas apenas uma ferramenta para a humanidade. há muita discussão hoje se consciência é necessário pra inteligência e, caso não seja, se nós devemos ou não adicionar consciência aos sistemas que criarmos, se nos for dada essa opção.


Também há uma consequência direta de atingirmos a AGI: chegaríamos no que os cientistas chamam de singularidade, o momento em que a tecnologia avança de forma mais rápida do que nós conseguimos acompanhar. Isso aconteceria pois, a partir do momento que criamos uma inteligência tão grande quanto a nossa que é capaz de aprender numa velocidade muito maior, é natural supor que ela não irá demorar a nos superar. e quando uma inteligência maior que a nossa existir e for capaz de propor novos algoritmos para inteligência artificial, ela será capaz de se aprimorar de formas que nós não seremos capazes de compreender, gerando respostas para perguntas que nós nem ainda aprendemos a fazer.


Alguns dizem que a melhor forma de prevenir a "tomada das máquinas" seria nos aprimorando e incorporando tecnologia nos nossos corpos. o melhor exemplo disso é o neuralink, um chip conectado direto no cérebro que, almeja-se no futuro, sirva de interface entre humanos e máquinas. também temos ai próteses com inteligência artificial e etc. a ideia é conseguir aprimorar nossas capacidades com as AI que criamos para que não só ela evolua, mas nós também. Eu acho que isso vai acontecer em algum momento, mas vai demorar, pois precisamos de uma compreensão muito maior do funcionamento do cérebro pra isso. O irônico é que ao criar AIs com técnicas que simulam a forma como nós aprendemos, alguns cientistas já dizem que é possível que analisar o funcionamento das redes neurais que essas AIs utilizam podem dar respostas sobre o funcionamento do nosso próprio cérebro. 

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