quarta-feira, 27 de junho de 2012

Geração Coca Cola - Os filhos da Revolução

Hoje estava ouvindo uma musica de uma das lendas do Rock Brasileiro, do tempo em que para se ter uma banda de rock era necessário apenas uma guitarra, bateria, um baixo e muita vontade de expressar idéias que nos faziam pensar, refletir...............ahhh, como era bom a época em que pensávamos.....

Resolvi então escrever este post, para que vocês, leitores, reflitam e pensem comigo.

Anos 80


Década de grandes mudanças, da esperança de grandes revoluções, de lutas por ideais culturais. Surgia aqui grandes pensadores, líderes realmente revolucionários, que acreditavam em mudanças e que dependiam de nós construir um futuro digno contra a ditadura dos mais fortes. A esperança era grande e o desejo de que algo iria mudar era latente..........as lutas tinham ideais, os protestos tinham objetivos.



Quando nascemos fomos programados
A receber, o que vocês
Nos empurraram com os enlatados 
dos USA, de 9 às 6.

Desde pequenos nós comemos lixo
Comercial e industrial
Mas agora chegou nossa vez
Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês.

Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola.

Depois de vinte anos na escola
Não é difícil aprender
Todas as manhas do seu jogo sujo
Não é assim que tem que ser?

Vamos fazer nosso dever de casa
E aí então, vocês vão ver
Suas crianças derrubando reis
Fazer comédia no cinema com as suas leis.

Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola.

Anos 2000 em diante


Será que todas as esperanças foram concretizadas ? Os filhos da Revolução cresceram e oque eles mudaram ? 

Hoje em dia temos passeatas que não tem sentido nenhum como a Marcha da Maconha a Passeata Gay (que hoje em dia não lutam por ideal nenhum e servem apenas como atração turística da cidade).
A corrupção aumentou, os escândalos aumentaram, os políticos estão mais corruptos do que nunca e não se preocupam mais com protestos porque atualmente a população só se preocupa com futilidades. 

Na era da tecnologia e globalização, estamos mais solitários do que nunca, conhecemos pessoas pelo computador, ninguém conversa mais olhando olho no olho, as crianças brincam fechadas em seus quartos, a depressão já é a doença do século.

As expressões culturais e artísticas se resumem a criar polemica e chamar a atenção dos outros, as musicas que fazem sucesso são as que exalam sexualidade e perversão gratuita, a diversão dos jovens é beber até cair e o falso moralismo não nos permite mais ter opinião própria que já somos taxados de preconceituosos apenas por não aceitarmos a opinião da maioria.

Os jovens de hoje não conseguem enfrentar mais situações onde precisam agir, se escondem e entram em desespero ao primeiro sinal de problema, precisam ir ao psicólogo resolver suas pendencias porque não tem força para enfrenta-las de peito aberto, não conseguem resolver seus problemas sozinhos, são deprimidos e cheio das doenças que existem atualmente (depressão, bipolares, estressados); aliás, tudo hoje em dia virou doença e há sempre um remédio para cura-las. Crianças em idade infantil já tomam alguns deles

E ai, Filhos da Revolução ?. E ai, Geração Coca-Cola ?  AONDE NÓS ERRAMOS ?




MEUS HERÓIS MORRERAM DE OVERDOSE.........MEUS INIMIGOS, ESTÃO NO PODER !!!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Castrati - Mais uma bizarrice da igreja na idade média

Várias coisas que aconteciam na idade média sempre nos surpreendem; como já visto em posts anteriores que abordaram torturas e costumes daquela época (sugiro que deem uma olhada nas postagens antigas); quase sempre comandados pela igreja dogmática, que realmente ditavam as regras em épocas antigas (graças a Deus que não mandam mais em nada, só nos ignorantes).

Voltando ao post, esta publicação tem como tema os Castrati. Os Castrati surgem no século XVI, quando a igreja sente a necessidade de vozes agudas em seus coros, e como a participação de mulheres era vetada pelas leis da Igreja Católica, tornou-se comum o uso de jovens castrados nesses coros. Isso mesmo que voces leram, para atingir esta extensão era preciso que o jovem fosse submetido a uma operação de corte dos canais provenientes dos testículos. Abaixo está uma imagem mostrando o aparelho utilizado para castração na época (não me perguntem como funciona rs).


 Segundo a ciência, a castração antes da puberdade (ou na sua fase inicial) impede a liberação para a corrente sanguínea dos hormônios sexuais produzidos pelos testículos, os quais provocariam o crescimento normal da laringe masculina (para o dobro do comprimento) entre outras características sexuais secundárias, como o crescimento da barba.

Quando o jovem castrato chega à idade adulta, o seu corpo desenvolve-se, nomeadamente em termos de capacidade pulmonar, mas a sua laringe não. A sua voz adquire assim uma tessitura única, com um poder e uma flexibilidade muito diferentes, tanto da voz da mulher adulta, como da voz mais aguda do homem não castrado (contratenor). Por outro lado, a maturidade e a crescente experiência musical do castrato tornavam a sua voz marcadamente diferente da de um jovem.

O papa Sisto V aprovou em bula papal de 1589 o recrutamento de castrati (plural de castrato) para o coro da Igreja de São Pedro, em Roma. Antes, o Duque de Ferrara, por volta da década de 1550, tinha castrati no coro de sua capela. Confira no video abaixo, como é a voz de um Castrati cantando Ave Maria em uma gravação de mais de 100 anos de idade:



 As castrações eram feitas em rapazes pobres, órfãos ou abandonados, sem a proteção familiar. Às vezes, a própria família impossibilitada de cuidar do filho, entregava-o à castração. No século XVI o castrato passou a ser visto com prestígio e símbolo de ascensão social. Os castrati tornaram-se integrantes das óperas no seu auge, nos séculos XVII e XVIII. O papel principal dessas óperas era em grande parte, escrito para o castrato, que adquiria grande importância intelectual nos meios europeus. As óperas de Handel são feitas para os castrati. A interpretação barroca dessas óperas é toda feita por castrati.

Incrível onde a crueldade do ser humano é capaz de chegar para atingir a beleza ou o sucesso de um espetáculo buscando o entreterimento das classes mais ricas; se bem que atualmente isso não mudou muito, basta vermos que as maiores audiências da televisão são baseadas no sofrimento e desgraça dos outros.



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terça-feira, 12 de junho de 2012

O dedo gigante do Egito e os seres imensos que caminharam sobre a Terra


Mais um post de descobertas intrigantes, dessa vez, em uma das regiões mais misteriosas do planeta; o Egito. O fotógrafo Gregory Spörri (56) é um empresário bem conhecido da Basiléia, na Suíça. Em uma de suas investigações em particular, no Egito em meados de 1988, lhe foi dada uma dica para contatar um velho “ladrão de tumbas”. O encontro ocorreu a 100 quilômetros ao nordeste de Cairo, em uma casa de fazenda em Bir Hooker. Por $300 (provavelmente US$) Spörri poderia dar uma olhada no ‘tesouro de família’ do ladrão de tumbas, que não havia sido vendido.

Embrulhado em velhos trapos estava o objeto. “Era um embrulho alongada e cheirava mofo. "Eu fiquei totalmente pasmo quando vi a relíquia marrom escura; pude pegá-la na minha mão e tirar fotos, com uma cédula ao seu lado para comparar o tamanho“, disse Spörri. O dedo estava quebrado e coberto por bolor seco. “Era surpreendentemente leve, talvez algumas gramas. Meu coração estava no meu pescoço. Aquilo era incrível. Em proporção, o corpo daquele dedo deveria ter uns 5 metros de altura"


O ladrão de tumbas teria também mostrado ao suíço um certificado de autenticidade e uma imagem de raio-X. Ambos da década de 60. “O ladrão de tumbas jurou em nome de Alá [que era verdade]. O dedo não estava à venda. Parecia ser muito importante para ele e sua família…“

Teriam existido gigantes no Egito? O historiador romano Flavius Josephus relatou em 79 DC sobre tais seres na história da Guerra Israelita: “Haviam gigantes. Enormes e de forma diferente de qualquer humano normal. Terrível de ser ver. Quem não viu com seus próprios olhos não poderia acreditar que eles eram tão imensos“.


Tudo teoria. O fato é que o dedo ainda não foi encontrado. Spörri decidiu ter uma nova vida em 2008, desistindo de sua profissão. A intrigante descoberta está em seu livro publicado “The Lost God. Day of Doom” (O Deus Perdido. Dia da Maldição), um suspense no qual mostra a relíquia e uma estória fictícia ao redor do mistério.

O autor diz: “Eu não sou um cientista. Coloquei a relíquia em um romance… … o leitor deverá agora formar sua própria opinião.“

Talvez haja ainda uma nova pista sobre o terrível dedo, para que especialistas possam investigar a história e resolver o mistério de Bir Hooker.

Além de algumas fotos que podem muito bem terem sido forjadas e a palavra de um fotógrafo, não há comprovação alguma de que esta relíquia realmente seja verdadeira. Mesmo assim, ela mexe com nossa imaginação, pois mesmo dentro da literatura reconhecida academicamente de nossa história, embora considerados como meros mitos, há indícios de que nosso planeta abrigava também uma raça de gigantes, a qual provavelmente se extinguiu… ou não.


Aproveitando o post anterior, alguns seres que caminhavam na terra nos primórdios da humanidade, os Anunnakis, eram bem maiores que os seres humanos, vindos de outro planeta, eram considerados Deuses, de acordo com os relatos sumérios. Na história tibetana também existem diversos relatos de seres gigantes, nossos antepassados mais evoluídos, que ajudaram os ser humano primordial a se desenvolver.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Nibiru, o décimo segundo planeta, a morada dos deuses

Muito se discute se os nossos deuses antigos, deuses biblícos, não seriam seres de outros planetas, mais avançados tecnologicamente, que participaram ativamente do desenvolvimento e até da criação do homo sapiens atual (ser humano pensante).

Neste site vários posts ja abordaram esse tema, procurem nas postagens mais antigas do site pelo pesquisador Zecharia Sitchin e a evolução da humanidade, pois na verdade, este post é uma continuação ou um complemento desse assunto fascinante, que nos revela muita coisa de nossa história ainda oculta atualmente.

Entre 1902 e 1914, arqueólogos encontraram alguns pergaminhos na região da Assíria, antiga Mesopotâmia. Estes pergaminhos foram escritos 1000 anos antes das primeiras histórias bíblicas. Incrivelmente, nessa idade já se sabia muito sobre astrologia. Os pergaminhos revelaram que há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses".


 Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados de "planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico, eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário. Os miteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado, o 12º planeta. Este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos atrás, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru?

Nibiru é um planeta desconhecido marrom, sua translação através do nosso sistema solar é a cada 3.600 anos. Nibiru é dito ter várias luas ao redor e arrasta uma longa cauda de detritos e materiais de rocha. Há milhares de anos, Nibiru colidiu com um planeta que estava entre Marte e Júpiter chamado Tiamat, Nibiru completamente destruíu Tiamat, criando assim os escombros espalhados pelo cinturão de asteróides que separa os planetas exosolares e intrasolares. Esse cinturão, é uma prova irrefutável de que realmente havia um planeta entre Marte e Júpiter, e que estranhamente, nunca ninguem questiona esse estranho conjunto de rochas no nosso sistema solar.


Desde essa colisão, a órbita de Nibiru foi afetada, e o planeta após a colisão, teve o caminho mais longo de todos os planetas do sistema solar.

 De acordo com os sumérios (a mais antiga civilização no mundo), o planeta Nibiru é habitado pela raça Anunnaki (hominídeos reptilianos). Quando Nibiru em sua translação ao Sol se aproximou do nosso planeta, o seu povo veio aqui para roubar minerais diferentes e retornar ao seu planeta e para voltar 3600 anos mais tarde. Ainda de acordo com os sumérios, o homo sapiens é uma espécie criada pelos Anunnakis, a fim de criar uma raça de escravos (nós). Segundo os Sumérios o planeta Nibiru é habitado por todos os nossos deuses.

A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.


 A órbita totalmente diferente que Nibiru possui, devido a colisão, responde a pergunta de porque não consiguimos ainda identificar esse planeta no nosso sistema solar, porém, há relatos que a orbita do planeta está se aproximando novamente da orbita da terra, e que brevemente, poderemos identificar e observar o planeta a medida que ele entra novamente em nosso sistema solar.

Este fato seria crucial para a nossa sociedade pois, como aconteceu há aproximadamente 4 mil anos atrás, a raça dos Anunnaki interfiriram radicalmente na humanidade, como já foi mostrado em posts anteriores, participando de nossa evolução genética, cultural e social, como uma nova raça aprimorada (do neanderthal ao homo sapiens moderno).

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