sexta-feira, 18 de março de 2011

Conheça o maior tsunami ja registrado no mundo, com ondas de mais de 500m de altura

Um fato sempre intrigou biólogos e geólogos na baia de Lituya, no Alaska. Ao redor de toda a baia, nas margens, existe uma faixa de vegetação começando da linha dagua composta por arvores jovens e somente muitas dezenas e até centenas de metros acima é que aparecem as arvores velhas.

Os cientistas sempre souberam que as arvores jovens nasceram em decorrência da morte das arvores velhas que ali estavam, mas não sabiam o que havia causado isso.

Um evento geológico colossal elucidou o enigma.

No dia 9 de julho de 1958, um grande terremoto de 8.5 graus na escala richter sacudiu a região da baia de Lituya. Uma grande massa de rocha com volume estimado de 30 milhões de metros cúbicos se desprendeu de uma altura de 900 metros de uma montanha, mergulhando na profunda baia de Lituya. O gigantesco e súbito deslocamento de água produziu uma descomunal onda. Segundos depois, parte da onda atingiu a margem oposta ao deslizamento 1350 metros adiante e quebrou, subindo uma outra montanha e derrubando arvores a inacreditáveis 524 metros de altura. O restante da onda seguiu adiante e arrasou com a baia de Lituya derrubando arvores a até 200 metros de altura.




Os acontecimentos de 1958 mostraram que Tsunamis também podem ser criados por deslocamento de grandes massas de rochas de ilhas vulcânicas e da plataforma continental, o que se um dia ocorrer, será numa escala muito maior e poderá devastar litorais de paises.

 A MONTANHA (NO ALTO DA IMAGEM) DESABOU E CRIOU UMA ONDA QUE ALCANÇOU 520 M DE ALTURA... A ONDA RASGOU A BAÍA TODA (AS ÁREAS MAIS CLARAS NA FOTO )



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sábado, 12 de março de 2011

A viagem no tempo é possível segundo o principio da não-localidade da física quântica ? - Entenda como


Dois pesquisadores descobriram uma conexão inesperada e surpreendente entre as duas propriedades fundamentais da física quântica. O resultado está sendo anunciado como um avanço radical no entendimento da mecânica quântica, dando novas pistas para os cientistas que procuram compreender os fundamentos do funcionamento do mundo em escala atômica.


Os cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, dizem terem descoberto uma maneira de viajar através do tempo – segundo eles, da mesma forma que a física quântica permite o teletransporte, através do espaço, ela também permitiria uma espécie de teletransporte temporal, uma viagem no tempo.


Mas acalme-se e não compre um DeLorean, nada é tão simples assim. A descoberta mostra que algumas partículas quânticas conseguem se transportar para o futuro sem ter que estarem presentes no tempo entre o presente e esse futuro. Antes, sabíamos que o teletransporte quântico funciona no espaço. Duas partículas idênticas em locais diferentes estão ligadas de tal forma que, quando você muda o estado de uma, a outra instantaneamente muda exatamente da mesma maneira, não importando os quilômetros ou anos-luz de distância entre elas. Este é um fenômeno que desafia nossa compreensão da realidade, e é mais conhecido como Princípio da Não Localidade.



Não-localidade - A não-localidade determina como duas partículas distantes podem coordenar suas ações sem trocar informações. Os físicos acreditam que, mesmo na mecânica quântica, a informação não pode viajar mais rápido do que a luz .Acontece que a mecânica quântica permite que duas partículas se coordenem muito melhor do que seria possível se elas obedecessem às leis da física clássica. Na verdade, as ações das partículas entrelaçadas são de tal maneira coordenadas que parece que uma é capaz de falar com a outra. Foi por isto que Einstein chamou esse fenômeno de "ação fantasmagórica à distância".




Os cientistas Jay Olson e Timothy Ralph, da Universidade de Queensland, diz que o entrelaçamento quântico é uma parte fundamental do universo, e ele funciona tanto no espaço como no tempo, então mudar o estado de uma partícula hoje muda instantaneamente a mesma partícula no futuro, mesmo que a partícula não exista entre esses dois momentos, entre o agora e o futuro.
Funciona assim:


(…) imagine um experimento que Ralph e Olson descrevem, no qual um qubit [bit quântico, unidade de informação quântica] é enviado para o futuro. A ideia é que um detector interaja em um qubit e então gere uma mensagem clássica descrevendo como esta partícula pode ser detectada. Então, em algum ponto do futuro, outro detector na mesma posição no espaço recebe esta mensagem e faz a medida necessária, portanto reconstruindo o qubit.

Mas tem um detalhe. Olson e Ralph demonstram que a detecção do qubit no futuro deve ser simétrica no tempo com sua criação no passado. “Se o detector do passado estava ativo 15 minutos antes das 12h, então o detector futuro precisa esperar para se tornar ativo precisamente 15 minutos depois das 12h, para formar o entrelaçamento”, eles dizem. Por este motivo, eles chamam o processo de “teletransporte no tempo”.


Oque era aquilo ? Um Delorean Voador ? - Biff Tannen..............COMENTEM !!!!

sábado, 5 de março de 2011

O manuscrito de Voynich, conheça o livro mais misterioso já encontrado no nosso planeta


Pouca gente conhece o Manuscrito de Voynich, que é considerado o “livro mais misterioso do mundo”. O que o torna tão misterioso é o fato de ser o único documento da Idade Média que ainda não foi decifrado.


O livro tem 204 páginas em pergaminho e, além dos textos incompreensíveis, contém muitas ilustrações que ajudam a entender sobre o que tratam quatro das cinco partes em que o livro parece estar dividido: botânica, astronomia, biologia, farmacologia (ou medicina). A última parte do livro contém apenas escrita, tornando difícil imaginar sobre o que trata.
 
Este livro possui linhas de texto rabiscado em pergaminho visivelmente envelhecidos, que flui ao redor ilustrações primorosamente desenhada retratando plantas, tabelas astronômicas e figuras humanas em banho - talvez - a fonte da juventude. À primeira vista, o "manuscrito Voynich" não parece ser diferente de qualquer outro trabalho antigo de escrita e desenho.


Mas uma segunda olhada revela que nada aqui é o que parece. Caracteres estranhos, letras que lembram o latim, outras ao contrário de qualquer coisa usada em qualquer língua conhecida, são organizadas em que parecem ser palavras e frases, exceto que eles não se parecem com nada escrito - ou lido - por seres humanos.

Na verdade o alfabeto utilizado em forma cursiva no texto é completamente diferente de qualquer idioma conhecido, e por isso é senso comum entre os especialistas que seja uma espécie de código o que está escrito nas aproximadamente duzentas e cinquenta páginas recheadas de ilustrações sobre astrologia, plantas e moças tomando banho em um encanamento muito bem elaborado. Foram inúmeras as tentativas frustradas nesses quase cem anos para decifrar o misterioso código.

O manuscrito, que atualmente pertence ao Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale, foi descoberto em Villa Mondragone, perto de Roma, em 1912 pelo antigo livreiro Wilfrid Voynich enquanto selecionava itens de um baú de livros colocado à venda pela Companhia de Jesus. Voynich dedicou o resto de sua vida para desvendar o mistério da origem do livro e decifrar seus significados. Ele morreu 18 anos depois, sem ter descoberto qualquer segredo do livro.